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by Elmar Stellnberger

Sobre o Leite como um comestível

Category: general,
Source: info,
Language: pt,
Type:
new
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Não é somente um alto consumo de carne que é mal para o clima, o meio ambiente e a saúde, mas tambêm um alto consumo de laticínios. O problema principal é a produção industrial em grandes quantidades. Enquanto uma vaca normalmente come 100% ervas, na produção industrial são alimentados por silagem com um conteudo de dois terços de produtos agrícolas que normalmente chegam a ficar soja do ultramar geneticamente modificada. Faz desmatamento em grande escala (áreas de forragem informales). O conteúdo de proteína sobrenatural na forragem faz um alto conteúdo de nitrogéno no estrume contaminando o lençol de água. Nitrato é metabolizado a nitrito carcinogênico no corpo humano. O nitrogéno tambêm evae-se na forma de gás hilariante (óxido de nitrogênio) que é um gas de efeito estuda potente. Se a vaca pasce numa pastagem alpina então o leite conte ácidos gordos mais sanos quando que pasce numa pastagem sobreestrumado e monótono. O contribuinte da UE paga com fomentos para a quantidade do leite producido. O excesso do leite e secado em pó do leite e exportado para Africa onde estraga os mercados. No entanto pequenos agricultores locais seriam necessários para a segurança alimentar. Todavia o leite não é tão sano como a indústria de leite quer sugerir-nos, pelo menos equanto consume-se muito. O leite promove o crescimento do bezerro e acelera a divisão celular. No entanto para um indivíduo adulto, isso é indesejável. Os cientistas acreditam que isso pode promover câncer. Há melhores provas disponíveis para isso com o câncer de próstata. No entanto também pode afetar outros tipos de câncer (jornal mundial 2021-11-03). Os países com maior consumo de leite são justamente os países com mais fraturas ósseas (estatísticas com 300.000 homens, mulheres e adolescentes). Uma possível causa para isso pode ser que o leite contém uma grande quantidade de cálcio, mas também contém fósforo que impede a reabsorção do cálcio. Algumas bebidas como cola contêm apenas fósforo (cola osteoporose). Um treinamento regular melhora a densidade dos ossos.



About Milk as a Comestible

Category: general,
Source: info,
Language: en,
Type:
new
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It is not just a high consumption of meat that is bad for climate, environment and health, but also a high consumption of milk products. The main problem is the industrial, plentiful production of this raw material. While normally a cow would eat 100% grass, it is fed with a silage that contains two thirds of field fruits in high performance production. This does mainly amount to genetically modified soy crops from overseas. Rainforest is cleared on a large scale for these shadow food land areas. The overnaturally high content of food protein results in a high content of nitrogen in the manure which contaminates ground waters. Nitrate is metabolized to the carcinogenic nitrit by the human body. The nitrogen also evades into the atmosphere in the form of laughing gas (nitrous oxide) which is a potent greenhouse gas. If the cow eats grass from an alpine pasture the milk contains healthier fatty acids than if it grasses on a monotonous, overfertilized soil. The EU-taxpayer promotes the production of milk via subsidies by quantity. The excess milk is then dried energy intensely and exported for dumping prices to Africa where it ruins local markets. Small and local farmers would however be required for a better food safety. Nonetheless milk is not as healthy as the milk industry wants to pretend us, at least when it is consumed in high quantities. Milk promotes the growth of the calf and speeds up cell division. However for a grown up individual this is undesirable. Scientist believe this can foster cancer. There is best proof for this available with prostate cancer. However it could also affect other types of cancer (world journal 2021-11-03). The countries with the highest milk consumption are precisely the countries with the most bone fractures (statistics with 300,000 men, women and adolescents). A possible cause for this may be that milk contains a lot of calcium, but it also contains phosphor impeding the resorption of the calcium. Some drinks like cola only contain phosphor (cola osteoporosis). Regular Training improves the density of the bones.



Über Milch als Lebensmittel

Category: general,
Source: info,
Language: de,
Type:
new
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Nicht nur ein hoher Fleischkonsum ist schlecht für Klima, Umwelt und Gesundheit. Gleiches gilt auch für einen hohen Milchkonsum. Das Problem ist vor allem die massenhafte und industrielle Gewinnung dieses Rohstoffes. Während eine Kuh sich normalerweise zu 100% von Gras ernährt, bekommen Kühe in der Hochleistungsproduktion eine Silage die zu zwei dritteln aus Feldfrüchten und hier zumeist aus gentechnisch manipuliertem Soja aus Übersee stammt. Für diese Schattenfutterflächen wird Regenwald großflächig gerodet. Der übernatürlich hohe Eiweißgehalt dieser Kost schlägt sich in einem hohen Stickstoffgehalt der Gülle nieder, welcher das Grundwasser verseucht. Nitrat wird vom Körper in das krebserregende Nitrit umgewandelt oder entweicht in Form von Lachgas (ein Stickstoffoxyd) in die Atomsphäre, wo es als potentes Treibhausgas das Klima schädigt. Grast die Kuh auf einer Alm, so enthält natürlich auch die Milch gesündere Fettsäuren, als wenn diese Gras von monotonen, überdüngten Fettwiesen frißt. Der EU-Steuerzahler fördert die Produktion von Milch mengenmäßig. Die Milch wird dann nach energieintensiver Trocknung in Form von Milchpulver nach Afrika exportiert und ruiniert die dortigen Märkte. Für mehr Ernährungssicherheit wäre aber gerade eine lokale, kleinbäuerliche Landwirtschaft notwendig. Milch ist aber überhaupt nicht so gesund, wie es uns die Milchindustrie weismachen will, zumindest dann wenn diese in Massen genossen wird. Milch fördert beim Kalb Wachstum und Zellteilung, im ausgewachsenen Organismus ist dies jedoch unerwünscht. Wissenschaftler führen darauf einen Anstieg der Krebsrate zurück, wofür es besonders im Falle von Prostatakrebs den stärksten Nachweis gibt. Hoher Milchkonsum könnte aber auch andere Krebsarten fördern (Weltjournal 03.11.2021). Jene Länder mit dem höchsten Milchkonsum sind auch jene Länder mit der höchsten Rate an Knochenbrüchen (Statistik an 300.000 Männer, Frauen und Jungendlichen). Das könnte unter anderem daran liegen, daß Milch zwar viel Calcium enthält aber auch Phosphor, welches die Resorption von Calcium hemmt. Getränke wie Cola enthalten hingegen nur Phosphor (Colaosteoporose). Regelmäßige Bewegung wirkt auch für den Knochenaufbau.



La gran mentira de Netto Cero

Category: general,
Source: info,
Language: es,
Type:
new
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Hoy leí en Salzburger Nachrichten, ya que citan el New Climate Institute (Nuevo Instituto Climático): Mientras queremos alcanzar la meta de 1.5°, tendrán que ponerse de acuerdo sobre el Artículo 6, que se trata de la compensación de carbono “carbon offsetting”. Un crédito de compensación de carbono (carbon offset credit) es algo en el que un país desarrollado financia las reducciones de gases de efecto invernadero (GEI) en un país en desarrollo, pero registra las reducciones por sí mismo. El problema es que las emisiones continuam sin cambios en el país desarrollado. En el lado contable, sin embargo, las emisiones se desplazan con el país subdesarrollado y permanecen allí dado que la reducción no es contada dos veces. Incluso si el país en desarrollo ahorraría el 100% de sus emisiones reales de CO2, mantendría las emisiones contables que ha vendido en su cuenta. Para deshacerse de estas emisiones, tendría que venderlos por sí mismo hasta que el gatito muerde en su propia cola. Así pues las palabras del netto cero no son más que una gran mentira. Nunca se puede alcanzar. Se trata de las emisiones que no se puede salvar más. Peor aún, muchos de estos proyectos vendidos son proyectos que se realizarían de alguna manera o proyectos que no salvan ninguna emisión. Con proyectos de conservación pueblos indígenas se expulsan de sus tierras, solo para registrar las reducciones de emisiones en el norte. En realidad, estos proyectos destruyen el clima y el medio ambiente porque la deforestación es la más baja donde los indígenas pueden mantener su tierra. También te recomendamos que leas lo que Greenpeace escribe del asunto. Regresamos al Nuevo Instituto Climático. Dicem que están dirigidos por seis socios, pero no dicen quién es, ni como se financian. No responden a llamadas telefónicas, ni han respondido un correo electrónico de mí hasta ahora. El progreso real sea, si la COP26 rechazaría el artículo 6 e implemente un cero real en lugar de un netto cero.



O Zero Líquido: nada mais do que uma Mentira

Category: general,
Source: info,
Language: pt,
Type:
new
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Hoje li no Salzburger Nachrichten como citam o New Climate Institute (Novo Instituto de Clima): Enquanto queremos alcançar a meta de 1.5° deve-se pôr-se de acordo com o artigo 6, que é de “carbon offsetting”. Um crédito de compensação de carbono (carbon offset credit) é algo onde um país desenvolvido financia reduções de gas de efeito estufa (GEE) em um país subdesenvolvido mas registra as reduções para si mesmo. A problema disso é que as emissões continuam inalterado no país desenvolvido. No balanço contudo as emissoẽs estão deslocadas ao país subdesenvolvido e ficam lá enquanto não subtrae-se os dois vezes. Até mesmo enquanto o país subdesenvolvido pode salvar 100% dos seus emissões de GEE, ficam as emissões vendidas no seu balanço. Para livrar-se dessas emissões este país deberia que vendê-os a um outro páis em turno até o gato morde o seu mesmo rabo. Então os palavras do zero líquido são nada mais do que uma grande mentira. Não vai-se alcançar o zero líquido ninguna vez. Isso ai de emissões que ninguna vez podem ser salvadas nada mais. Pior ainda muitos destes projetos vendidos são projetos que se realizaria de qualquer jeito ou projetos que não salvam nenhuns emissões. Com projetos de conservação povos indígenas ficam desalojados, só para registrar reduções de emissões no Norte. Na realidade esses projetos destroem o clima e o meio ambiente porque abriga-se as matas optimo onde povos indígenas ficam nas suas terras. Tambêm recomendamos você a ler o que o Greenpeace escribe do assunto. Voltamos para o New Climate Institute. Dicem que são dirigidos por seis parceiros mas não dizem quem é, nem como são financiados. Não respondem a chamadas telefónicas, nem têm respondido a um correio electrónico de mim até agora. O progresso real seja, se os COP26 rejetariam o artigo 6 e implementem um zero real em vez de um zero líquido.